09 / 02 / 2017

Perseverar, Perseverar E…..Perseverar

A perseverança é um elemento importante para o sucesso; se você bater à porta por um bom tempo e gritar por um bom tempo, com certeza acordará alguém….

Se você pudesse organizar sua vida de modo que evitasse todo tipo de adversidade, como poderia desenvolver seu caráter? A adversidade não se deve evitar nem temer. É necessário abraçá-la e superá-la. A perseverança é, para o caráter do homem ou da mulher, o que o carbono é para o aço: tempera, fazendo-o mais forte. Cada vez que lhe acontecer algo, pergunte a si mesmo: O que posso aprender com isto? Que benefício posso obter disto? Que oportunidades há em tudo isto?

Havia um jovem que sonhava em ser agricultor. Encontrou um pequeno sítio e o comprou. A sua inexperiência e a sua ansiedade o levaram a não atentar para alguns detalhes que só percebeu depois. Descobriu que faltava água para regar seus campos.

Seguiu o seco leito de um rio que cortava o sítio, até chegar a uma enorme pedra que havia caído no leito e desviava o fluxo das águas para as rochas, de onde se perdia. Decidiu romper este obstáculo que se entrepunha e dificultava a plena realização de seu sonho.

Munido de uma marreta, golpeou a pedra uma vez com todas as suas forças. Não aconteceu nada. Nem sequer deixou uma marca, nem arrancou uma lasca. Era como se não houvesse golpeado.Voltou a golpeá-la, outra e outra vez. Golpeou-a por quinhentas vezes e nada aconteceu. Começou a fraquejar em sua decisão. Começou a duvidar de que conseguiria êxito em seu intento. Questionou se deveria ter comprado aquele sítio, se realmente valia a pena ser agricultor.

Depois de um breve descanso, voltou a golpear a grande pedra, e, no golpe quinhentos e dois, a pedra se abriu e a água seguiu o fluxo natural, passando por entre a fenda que ele acabara de abrir. Como havia conseguido? Com o golpe número quinhentos e dois ou com os quinhentos e dois golpes? Nem sempre você obterá diretamente o que quer, o que deseja.Terá sempre que seguir golpeando, golpeando, até que se abra o caminho.

São muitos os que abandonam quando estão a ponto de triunfar. Os obstáculos instruem, não obstruem. O obstáculo foi para o jovem uma instrução, mais do que uma obstrução.

Para ter êxito, você deve crer em si mesmo e fazer o que se deve fazer quando se deve fazer, e seguir fazendo até que se abra o caminho. Deve comprometer-se consigo mesmo a seguir adiante. Não quando for fácil, mas sim quando for difícil. Quando o caminho for verdadeiramente duro. Quando tudo em seu interior lhe diz para abandonar. Decida sempre antecipadamente que você não se renderá, seja qual for o contratempo. Persevere!

George Tulloch demonstrou determinação semelhante. Em 1996, ele conduziu uma expedição ao lugar onde o Titanic havia naufragado, em 1912. Sua equipe recuperou inúmeros objetos como óculos, jóias e louças. Em sua pesquisa,Tulloch notou que um pedaço do casco havia se desprendido e repousava no fundo do mar, não muito distante do navio. Ele não poderia perder oportunidade que tinha diante dele: ali estava a chance de recuperar uma parte do próprio navio.

Sua equipe começou a guindar, do fundo do mar, para dentro do barco, aquele pedaço de casco pesando vinte toneladas. Conseguiram erguê-lo até a superfície e estavam para içá-lo ao convés quando um temporal se abateu sobre eles, rompendo as cordas. O Atlântico exigiu seu tesouro de volta.Tulloch viu-se forçado a retroceder e a reagrupar forças. Antes de abandonar o local, ele fez algo curioso: desceu para o fundo do mar até onde pressão marítima o permitia, e, usando um braço robótico de seu submarino, prendeu uma faixa de aço no pedaço do casco onde estava impressa a seguinte frase: “Voltarei. George Tulloch”.

George Tulloch cumpriu sua promessa! Dois anos depois voltou ao lugar do naufrágio e recuperou aquele pedaço de casco.

Thomas Edison disse: “Muitos dos fracassados são pessoas que não se deram conta de quão perto estavam do êxito e abandonaram”.

Pense nos grandes homens e mulheres de nossa história humana. Imagine Joana D’Arc choramingando: “Mas não sei nem andar a cavalo, quanto mais comandar um exército!” E se Cristóvão Colombo tivesse dito:”Não posso estar certo e todas essas pessoas estarem erradas. E se eu fracassar e me perder no mar alto? O que os outros vão dizer?” Suponha que Thomas Jefferson tivesse sucumbido a suas inseguranças: “Escrever uma Declaração de Independência para um novo país? Mas nunca escrevi uma Declaração antes…”

Agora, você pode reagir dizendo: “É, mas eles foram grandes e famosos. Não sou grande, nem famoso”. Ao que sou tentado a replicar: “Certo. Mas eles também não eram, até dar o passo que os levou ao êxito.”

Persista, persevere, insista. Você vai conseguir. Acredite!

 

Texto: Daniel de Carvalho Luz

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